terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

DE OUTROS CARNAVAIS!

VALE A PENA VER DE NOVO!


Esta postagem eu fiz no carnaval de 2015, mas estas imagens ainda me fascinam!!!


Ontem, assistindo pela TV, as escolas de samba  no Rio de Janeiro, fiquei fascinada com a ala das baianas da Mangueira. Eles conseguiram um conjunto de beleza tão incrível que parecia que a avenida tinha sido inundada de flores: rosas e até mesmo  peônias que formavam um gigantesco bouquet em movimento. A escola homenageou as mulheres brasileiras e nada mais próprio para uma homenagem do que flores, muitas flores!









Fotos: Estadão, uol, ZsaZsa Bellagio

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

QUINTA DE POESIA



VALE A PENA VER DE NOVO!

Takahiko Hayashi






              SUB

Agora que minha paixão
Se afoga, comprimida,
Neste porão de saudade e
Meu comportamento não é
Nem um pouco condizente com
O de um homem de minha idade
Penso, seriamente, em me tornar
Um escafandrista e aprender
A linguagem submarina
Dos mergulhadores profissionais
Ou, talvez, fazer uma lista simples
De palavras de amor
Que possam ser ditas
Em meio borbulhas de ar.     

 Paulo Corrêa Meyer

 Wayne, 23/1/2015.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

QUARTA-FEIRA SEM LEI




Um almoço para poucos, pois alguns membros da "quarta sem lei" não estavam em Porto Alegre! Com uma toalha bordada com "pois" vermelhos do enxoval da Vera, obra de D. Ione Scatollaria, servindo como fundo para uma composição linda. Todos os detalhes seguiam a cor do bordado da toalha.


Romãs
Estes "pois" são aplicados com tecido vermelho!
A romã, o passarinho, o pratinho: vermelhos!
Até o "coulis"de morango seguia a cor da mesa!



Fotos: minhas

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

LEMBRANÇAS DA INFÂNCIA




Algumas imagens nos lembram instantaneamente da nossa infância: o jogo de croquet que jogava na casa da praia com meus irmãos e algumas vezes com meu pai e minha mãe. Bolas de madeira com uma listra de cor, tacos, também de madeira, com a cor correspondente às bolas, arcos de metal por onde as bolas deviam passar, impulsionadas pelos tacos, seguindo um percurso pré determinado. Foi o que aconteceu quando eu vi uma foto, no Instagram, da obra do artista brasileiro, radicado na França, Júlio Villani. Ele, em maio de 2016, fez uma instalação na Abadia de Saint-Jean d'Orbestier, em Chateau-d'Olonne ao oeste da França. Era um jogo de croquet gigante, proporcional ao espaço e ao volume do interior da abadia.
 A obra, poética e lúdica, tinha o nome de "Le Peu de Realité".






Fotos: Entrevoirart