Esta exposição no MET, que vai até 8 de Setembro, nós vimos agora em Junho. Não conseguimos apreciar como ela merecia pois era tanta gente que fica impossível a gente se aproximar de todas as peças ali expostas! São mais de 250 objetos de arte camp ,desde pinturas e esculturas até vestuário e acessórios do século XVII até os dias atuais. Susan Sontag em seu artigo clássico, "Notes on camp"de 1964, diz: "o camp é comumente relacionado ao exagero, à afetação, a uma estética especial que ironiza ou ridiculariza o que é dominante". Os principais componentes da linguagem camp são paródia, pastiche, artificialismo, dramaticidade, humor, rebeldia, no universo do luxo e da cultura de massa e da cultura queer da Europa e América no final do século XIX e início do século XX. Este conceito foi explorado de uma forma fantástica nesta exposição !!!
Andy Warhol
À direita: Jeremy Scott para House of Moschino: Ensemble, 2018.
Manish Arora: Ensemble, 2009.
Giani Versace jumpsuit. 1991
Teapot Royal Worcester Company
Turbante. Do Museu Carmen Miranda. 1940.
Thom Brownw: Wedding ensemble. 2018.
House of Chanel, Karl Lagerfeld: Ensemble, 1987-88.
Walter Van Beirendonck: Ensemble, 2009. Vivienne Westwood: Ensemble, 1989-90
Adoro joias que saiam do comum! Gosto de materiais diferentes, formas orgânicas, quase esculturas! Que agreguem peças já existentes, pedaços de outras joias ou mesmo algum material comum! Fiz aqui uma seleção destas joias, de diferentes artistas e dos mais diversos feitios.
Alexandra Dillon é uma artista surrealista radicada em Los Angeles. Seus retratos pintados em pincéis usados (aqui o pincel não pinta, ele é base para pintura! ) são especialmente interessantes. Para estes seres imaginários que ela cria, a inspiração vem de retratos de múmias Romano-Egípcias e de pinturas barrocas. Os trabalhos feitos em outros objetos inusitados, como machados, pás, facas e cadeados é bem mais provocativo!